Yuri Kochetkov/EFE
Yuri Kochetkov/EFE

Capitão do Dortmund revela desejo de Hulk em jogar no clube

Sebastian Kehl, porém, destaca o alto custo do atacante da seleção brasileira

O Estado de S. Paulo

26 de fevereiro de 2014 | 18h03

SÃO PETERSBURGO - O atacante Hulk, do Zenit e da seleção brasileira, se envolveu em uma polêmica na partida entre sua equipe e o Borussia Dortmund, na terça-feira, pela Liga dos Campeões. Segundo Sebastian Kehl, volante e capitão do time alemão, o brasileiro demonstrou vontade de jogar no Dortmund a partir da próxima temporada.

"Hulk me perguntou se ele poderia vir jogar no Borussia Dortmund a partir do próximo verão. Mas eu não sei se poderíamos pagar o salário dele", disse Kehl, em entrevista coletiva, lamentando a situação financeira de seu clube, que perderá o polonês Robert Lewandowski para o rival Bayern de Munique sem obter lucros.

A informação, porém, foi prontamente negada por Hulk. "Eu não falei com ele em nenhum momento. Até porque não falo em alemão e nem em inglês. Não sei qual o objetivo dele falar isto para a imprensa. Estou adaptado aqui. Minha família também está adaptada e não tenho intenção de deixar o Zenit".

Contratado pelo Zenit em 2012, Hulk é a contratação mais cara da história do clube russo. Ele, que brilhava no Porto, de Portugal, custou cerca de 60 milhões de euros. O atacante é nome frequente nas convocações da seleção brasileira e deve ser confirmado para a Copa do Mundo.

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