Matt Dunham/AP
Matt Dunham/AP

Capitão pela terceira vez com Tite, Daniel Alves minimiza status

'Não me sinto nem mais nem menos importante', diz o lateral-direito sobre usar a braçadeira

Andrei Netto, Estadão Conteúdo

13 Novembro 2017 | 18h10

Para o confronto que o Brasil fará contra a Inglaterra nesta terça-feira, às 18 horas (de Brasília), em Londres, Tite definiu Daniel Alves como capitão. O lateral do Paris Saint-Germain (PSG) foi escolhido para portar a braçadeira pela terceira vez desde que o treinador assumiu o comando da seleção brasileira, dando um sinal de que talvez caiba a ele essa tarefa na Copa do Mundo.

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Além da idade superior à média da equipe nacional, Dani Alves conta com outra experiência extra: a de estar se preparando para o seu quinto jogo contra a Inglaterra - o adversário que mais enfrentou pela seleção.

"É evidente que é sempre um prazer usar a braçadeira por todos os outros grandes nomes que já a usaram. Mas não me sinto nem mais nem menos importante por ter sido o capitão algumas vezes", garantiu. "O importante é que cada um assuma a responsabilidade."

Quanto a liderar a equipe em um primeiro confronto com europeus sob o comando de Tite, Dani Alves mostrou não se impressionar com a suposta diferença em relação aos rivais sul-americanos enfrentados nas Eliminatórias da Copa.

"Não é tão diferente do que estamos acostumados a enfrentar. Os adversários sul-americanos e outros são tão difíceis quanto eles", assegurou. "É importante enfrentá-los para diversificar os adversários, as escolas. Mas é um teste que serve de preparação para nossa seleção, para nossos atletas e nosso grupo. É um teste para nós nos fortalecermos, mais do que a escola que vamos enfrentar."

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