Alex Silva / Estadão Conteúdo
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Carille celebra 5 anos do bi mundial do Corinthians: 'Emoção muito grande'

Alvinegro conquistava o mundo no dia 16 de dezembro de 2012 ao derrotar o Chelsea

Estadão Conteúdo

16 de dezembro de 2017 | 12h10

Há exatos cinco anos, o Corinthians faturava o segundo título mundial de sua história. Repetindo o que fizera em 2000, o clube levantou o troféu da competição em 2012, desta vez no Japão, ao derrotar o Chelsea por 1 a 0 no dia 16 de dezembro. O hoje treinador Fábio Carille era apenas auxiliar de Tite na ocasião e recorda a sensação daquela conquista.

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"No primeiro tempo, o adversário foi melhor do que nós, o Cássio foi brilhante. Depois, aquele gol bem ao estilo Corinthians: chuta em um, pega em outro, a bola volta, sobra para o Guerrero. Uma emoção muito grande mesmo. Havia a impressão de que o Corinthians ia ser massacrado, que o Chelsea ia fazer um grande resultado, mas entramos em campo determinados e fomos merecedores, principalmente pelo segundo tempo", declarou em entrevista ao site do clube.

Carille se consagrou em 2017 ao levar o Corinthians aos títulos do Paulista e do Brasileirão em seu primeiro ano como técnico, mas em 2012 era um dos auxiliares de Tite. Na decisão diante do Chelsea, sequer ficou no banco de reservas, mas, mesmo das tribunas, lembra bem do momento em que teve a sensação de que o time paulista venceria o torneio.

"Na final, quem ficou no banco foi o Cleber Xavier. Eu estava no camarote, junto com alguns diretores e outros membros da comissão. Na primeira bola do jogo, que para embaixo do Cássio, eu lembro que pensei: 'Se essa bola não entrou, não vai entrar mais hoje'", disse.

Guerrero foi o responsável por marcar o gol que fez a festa dos corintianos, mas Carille fez questão de exaltar a importância dos milhares de torcedores que invadiram o Japão e empurraram o time naquele Mundial.

"Eu andei muito no Japão para fazer compras com os jogadores. Tinha muitos brasileiros. O tanto de 'vai, Corinthians' que escutamos...", lembrou. "Na chegada em Yokohama, aquele mar preto e branco em frente ao estádio. Nos emocionamos muito com aquilo. Foi ali que tivemos a noção do que representava. Foi muito maravilhoso aquele momento."

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