Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians
Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians

Carille festeja fim de temporada do Corinthians e já foca planejamento para 2018

Técnico admite que o alvinegro não deve fazer grandes contratações para o próximo ano

Estadão Conteúdo

03 de dezembro de 2017 | 22h26

Após a derrota por 1 a 0 para o Sport, neste domingo, no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, pela 38.ª e última rodada do Campeonato Brasileiro, todo o foco do técnico Fábio Carille passa ser o planejamento para a montar o elenco do Corinthians para 2018. O treinador já perdeu dois titulares (o zagueiro Pablo e o lateral-esquerdo Guilherme Arana) e outros jogadores podem deixar o Parque São Jorge nos próximos dias.

+ TABELA - Confira a classificação final do Brasileirão

A lista de reforços, no entanto, deve ser modesta, sem contratações de impacto para a disputa da Copa Libertadores. "Sou muito realista em relação ao momento do Corinthians. Sei que financeiramente o clube não nos deve nada, está tudo em dia, mas sei também que não tem dinheiro para buscar reforços. A minha meta é equilibrar bastante a equipe, fazer uma equipe forte. Nossa busca vai ser fazer uma equipe dentro da realidade do Corinthians", disse Fábio Carille.

Esse ano, o Corinthians também foi mais comedido nas contratações do que seus principais rivais e, por isso, chegou a ser chamado de "quarta força" do Estado de São Paulo, atrás de Palmeiras, São Paulo e Santos. A equipe, no entanto, acabou surpreendendo e termina a temporada com dois títulos.

"O ano foi maravilhoso. Eu tinha certeza que não iria ser ruim, mas não imaginava ser campeão paulista, o Estadual mais difícil do nosso País. Depois veio o Brasileiro, que a gente sabe que é difícil, e fizemos um primeiro turno maravilhoso. Então, só tenho de agradecer e espero ter muita sabedoria para conduzir o time em 2018", afirmou.

Neste domingo, Fábio Carille escalou apenas três titulares diante do Sport (o goleiro Cássio, o zagueiro paraguaio Balbuena e o volante Gabriel) e deu oportunidade a vários jogadores mais jovens. Mesmo assim, o treinador não encarou o jogo no Recife como um teste para 2018. "Foi um prêmio para colocar alguns garotos, casos do Rodrigo (Figueiredo), que jogou alguns minutos contra o Flamengo, e do Mantuan, que eu tive oportunidade de colocá-lo e é um menino muito promissor. Foi mais um prêmio do que qualquer observação", explicou.

Por isso, Fábio Carille também minimizou a queda de rendimento da equipe no segundo tempo, quando o Sport chegou ao gol. "São jogadores que vinham atuando pouco, era natural, sabendo da pressão que ia ser o jogo, pela situação do Sport. A gente sabia que poderia ter esse problema na parte final do jogo", disse.

Tudo o que sabemos sobre:
CorinthiansFábio Carille

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.