Divulgação/ Corinthians
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Carille indica voltas de Fagner e Clayson, mas avisa que poupará no Uruguai

Corinthians venceu o Fortaleza com time misto e está preocupado com o clássico de domingo contra o Palmeiras

João Prata, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2019 | 22h03

O técnico Fábio Carille indicou que deverá poupar jogadores na partida contra o Montevideo Wanderers no Uruguai, quinta-feira, pela volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Corinthians venceu o jogo de ida por 2 a 0 e garante a vaga até com derrota por um gol de diferença. 

A preocupação do treinador está no clássico com o Palmeiras, domingo, na arena em Itaquera, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. "Independente de ser o clássico ou não, mudanças já iriam acontecer. Hoje, o que fez o Fagner (entrou no segundo tempo) não é nem considerado um treino. Então, já deu para segurar. Seguramos o Love, também, que vinha de uma sequência correndo bastante. Sornoza... Lá, vou fazer mais umas três para não mudar muito a cara", informou. 

Carille adiantou que dois titulares absolutos que foram poupados contra o Fortaleza neste domingo retornarão. "Voltam Fagner e Clayson, já que não tenho Everaldo na Sul-Americana. Independente do clássico, vou muito forte lá na Sul-Americana porque primeiro a gente precisa confirmar quinta antes de pensar no Palmeiras", avisou.

Na vitória sobre o Fortaleza, o treinador deu oportunidades para Michel Macedo, Mateus Vital, Boselli e Everaldo. A equipe, no entanto, sofreu com a falta de entrosamento no primeiro tempo. Só melhorou na etapa final depois que Fagner entrou no lado direito. Pedrinho passou a aparecer para o jogo. Ele deu assistência para Boselli empatar e depois fez o gol da virada.

"Mesmo antes de o Fagner entrar, já estávamos incomodado, jogando perto da área do Fortaleza. Em alguns jogos, nem chegamos. É falta de entendimento de chegar perto do adversário. Fomos campeões paulistas no primeiro semestre, mas não sei se fomos merecedores. Mas é isso, é a questão do entrosamento. Alguns jogadores foram emprestados. No começo do ano, tinha 26 jogadores que não tinham trabalhado comigo. Alguns saíram para voltarem mais experientes, para jogarem, porque estava sem espaço. Requer tempo fazer a engrenagem funcionar", analisou o treinador.

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