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Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Carille nega problemas com Aguirre e diz que aprendeu com a polêmica

Técnico explica confusão com são-paulino e nega que tivesse criado clima tenso para o clássico

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

27 de março de 2018 | 17h36

O técnico Fábio Carille resolveu se defender apóa a polêmica com Diego Aguirre no clássico entre Corinthians e São Paulo. O comandante corintiano falou, nesta terça-feira, que não tem qualquer problema com o treinador são-paulino e assegurou que o episódio serviu para ele amadurecer. 

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"Falei com minha assessoria (de imprensa) e com a do clube e me assustei. Ainda não tenho noção das coisas que falo, do que pode crescer, tenho que aprender. Mas minha essência eu não perco. Esse ano fui no vestiário do (Deportivo) Lara e tive uma conversa legal. Amanhã (quarta-feira) farei isso de novo. Quero deixar claro que parece que cheguei para a coletiva e falei o que aconteceu. Eu apenas respondi várias coisas e no meio da coletiva me perguntaram se a conversa foi por panos quentes. E eu falei a verdade",explicou, durante entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, no CT Joaquim Grava.

Após o clássico com o São Paulo, Carille reclamou que Aguirre não o cumprimentou antes da bola rolar. O técnico uruguaio se defendeu e afirmou que não reconheceu o treinador. O diretor executivo de futebol do São Paulo, Raí, disse que o corintiano usou isso para criar um clima tenso para o clássico. 

"Longe de colocar clima de guerra pré-jogo. Fiquei chateado pela atitude só. Não tenho nada contra Aguirre ou São Paulo. Está se falando que ele tem o costume de falar após o jogo. Se ele tivesse me falado, eu teria pedido desculpas, mas ele disse que não me reconheceu. Ponto final, segue o baile", comentou. 

Com menos de dois anos de experiência como técnico (sem contar os períodos em que ficou como interino), Carille admite que o episódio serviu para ele amadurecer. "Estou emitindo e sou sincero e verdadeiro. Se fosse para esquentar o segundo jogo eu falaria. Foi uma chateação e uma resposta de uma pergunta. Talvez eu deva ser um pouquinho mais político. Mas já fui elogiado por falar o que sinto e o que vejo. Estou num processo de aprendizado, um ano e pouco como técnico. Mas não vou perder minha essência. O que me deixou preocupado é que parece que a coletiva só foi isso após o jogo do São Paulo. Foi uma resposta. Falei a verdade. Ponto final no assunto", encerrou. 

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