Vitor Silva/ SSPress/ Botafogo
Vitor Silva/ SSPress/ Botafogo

Carli quer que Botafogo 'dê um algo a mais' para fugir do risco de rebaixamento

Próximo duelo da equipe pelo Campeonato Brasileiro será contra o Atlético-PR, sábado, na Arena Baixada

Estadao Conteudo

24 Outubro 2018 | 15h42

O Botafogo está em uma situação perigosa no Campeonato Brasileiro, muito perto da zona de rebaixamento, a oito jogos para o fim da temporada. Para evitar mais uma queda à Série B na história, o zagueiro argentino Joel Carli destacou nesta quarta-feira, em entrevista coletiva, a importância de "dar algo a mais" por uma vitória nesta reta final. A começar no duelo contra o Atlético-PR, neste sábado, na Arena Baixada, em Curitiba, pela 30.ª rodada.

"A gente conversa e trabalha muito conscientes que estamos perto dessa zona, mas também sabemos que até o jogo com o Ceará estávamos mostrando coisas que tínhamos melhorado dentro de campo. Nos últimos jogos estamos conscientes que não conseguimos fazer um bom trabalho e agora treinamos para fazer uma boa partida contra o Atlético Paranaense. É um time muito forte em sua casa, com jogadores rápidos e um estilo de virar rápido a bola, com muitos cruzamentos. Trabalhamos muito para não permitir isso e temos que impor o nosso jogo, precisamos de um bom resultado", disse Joel Carli.

Com 35 pontos, o Botafogo aparece na incômoda 13.ª colocação. Com uma disputa tão acirrada ponto a ponto, o zagueiro destacou que o momento é de não relaxar para subir na tabela de classificação e tranquilizar os botafoguenses. "A tabela está muito apertada, muitos times próximos e se alguém relaxar pode se prejudicar. Temos um algo a mais a dar e temos que fazer isso para dar essa tranquilidade ao nosso torcedor", afirmou.

Joel Carli teve de falar também sobre a difícil situação financeira vivida pelo Botafogo e garantiu que o atraso salarial incomoda, mas não interfere no dia a dia e jogos da equipe. "Vou ser bem simples. O salário está atrasado sim, é verdade, mas fica muito feio de falar isso. Sou responsável de falar sobre o que acontece dentro de campo e não dessa questão de salário. Não sou hipócrita, ninguém gosta de estar com os salários atrasados, mas está muito longe de afetar o nosso dia a dia e o nosso trabalho dentro de campo", comentou.

 

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