Juan Medina/EFE
Juan Medina/EFE

Carlo Ancelotti afirma que prefere que o Barcelona seja o favorito

Técnico do Real Madrid ainda não sabe a equipe que poderá mandar a campo

Agência Estado

25 de outubro de 2013 | 12h32

BARCELONA - Semana de clássico entre Barcelona e Real Madrid é semana agitada na Espanha. Neste sábado dois dos melhores times da atualidade se enfrentam mais uma vez, pelo Campeonato Espanhol, com os catalães na condição de líderes do torneio e donos da casa e os madrilenhos como franco atiradores. O técnico Carlo Ancelotti até prefere que o rival seja o favorito.

"Não sei quem é o favorito. Acredito que todo mundo pense que é o Barcelona e, para nós, não é ruim assim", disse Ancelotti, nesta sexta-feira, em coletiva de imprensa. As duas equipes vieram de duelos duros no meio de semana, pela Liga dos Campeões. O Barça empatou com o Milan e o Real ganhou da Juventus. Para vencer também o clássico, Ancelotti cobra que o Real Madrid saiba se impor. "A chave é ter coragem e personalidade para jogar futebol, não apenas defender e esperar. Temos que ir a Barcelona e tentar jogar futebol", comentou o treinador.

Ele quer que a sua equipe, liderada por Cristiano Ronaldo, saiba sair em velocidade quando tem a posse de bola, exatamente como fez o Milan na terça-feira. "O contra-ataque é uma arma contra o Barcelona porque é difícil tirar a bola deles. O mais importante é que, quando tenhamos a bola, fazermos algo bom, boas trocas de passes, e se tivermos espaço para o contragolpe, por que não?"

Ancelotti disse que ainda não sabe que time mandará a campo no Camp Nou. Isso porque ele ainda não teve a oportunidade de avaliar a condição física dos atletas depois do jogo contra a Juventus. "Vou ver como será o treino de hoje (sexta) para tomar a decisão. Se a coletiva tivesse sido depois eu responderia", explicou. Além da condição de jogo de Gareth Bale, outra dúvida é quanto ao comandante de ataque. "Morata está melhor, porque Benzema jogou quarta-feira uma boa partida de Morata não. Mas estar em melhor condição não significa nada. Amanhã (sábado) precisamos não só do físico, mas também experiência", analisou o italiano.

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