Carlos Alberto Silva pede nova chance

Dono de uma locadora de ônibus e vans, de uma empresa de eventos esportivos, de uma agência e uma operadora de turismo, Carlos Alberto Silva não se queixa de falta de dinheiro. Os negócios em Belo Horizonte são prósperos e diversificados. O ex-técnico da seleção brasileira, no entanto, está deprimido. E o motivo é o futebol. Depois que o Guarani ficou em penúltimo lugar no Campeonato Paulista e, teoricamente, foi rebaixado, Carlos Alberto ficou quase três semanas sem sair de casa. "Eu tinha vergonha", confessa. Não por acaso, nos últimos quatro meses - "os piores de minha vida profissional" - recusou convites para treinar o Sport, o Santa Cruz e o Gama, entre outros times. O medo de uma nova decepção é grande e só foi um pouco amenizado depois que o Guarani foi convidado a integrar a Liga Rio-São Paulo, o que livrou o clube do vexame de cair para a segunda divisão. Aos 62 anos, Carlos Alberto Silva, mineiro de Bom Jardim, sonha em voltar a trabalhar novamente em um grande clube para recuperar sua imagem. Leia mais no Estadão

Agencia Estado,

05 Novembro 2001 | 09h49

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