Ulisses Castro / ACBF
Ulisses Castro / ACBF

Carlos Barbosa bate Cerro Porteño e fatura hepta da Libertadores de Futsal

Conquista deste ano é a terceira seguida e se soma aos outros sucessos de 2002, 2003, 2010 e 2011

Redação, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2019 | 19h18

O Carlos Barbosa venceu o Cerro Porteño por 3 a 1, neste domingo, em Buenos Aires, e conquistou o heptacampeonato da Copa Libertadores de Futsal, tornando-se o maior campeão da competição continental.

Darlan abriu o placar para o time brasileiro, mas Villalba empatou para os paraguaios. Capitão do Cerro, Ayala fez gol contra, antes de Mithyuê sacramentar o triunfo gaúcho na capital argentina.

A conquista deste ano é a terceira seguida e se soma aos outros sucessos de 2002, 2003, 2010 e 2011. Com o hepta, o Carlos Barbosa ultrapassa o Jaraguá, hexacampeão consecutivo entre 2004 e 2009. Já o Cerro, único campeão não brasileiro da Libertadores, segue com apenas um título (2016).

A decisão deste domingo teve clima de revanche, já que o time paraguaio tinha vencido a equipe gaúcha por 4 a 2 na primeira fase. Na final, porém, a história foi diferente. O Carlos Barbosa começou mais agressivo e abriu o placar com oito minutos de jogo.

Valdin fez uma bela jogada na linha de fundo e rolou para Darlan fazer 1 a 0. Entretanto, o Cerro empatou logo na sequência. Villalba arrancou pela direita e soltou a bomba para vencer o goleiro Wolverine.

Depois do 1 a 1, o time brasileiro continuou sendo superior, mas conseguiu voltar à frente de forma inesperada. Capitão do Cerro, Ayala foi cortar um lançamento e acabou empurrando a bola para a própria meta com 18 minutos do primeiro tempo: 2 a 1 para o Carlos Barbosa.

Na segunda etapa, o time paraguaio voltou buscando o empate e deu trabalho para o goleiro Wolverine. O Carlos Barbosa ainda perdeu Lé, lesionado na coxa. Por sorte, Mithyuê cresceu para sacramentar o triunfo gaúcho: arrancando pela esquerda, ele finalizou com uma linda cavadinha e deu números finais ao confronto.

O Cerro Porteño foi para cima nos minutos finais, apostando no goleiro linha, mas em vão. Mithyuê quase fez mais um em contra-ataque, mas o placar ficou no 3 a 1. Festa para o Carlos Barbosa, que viu o capitão Valdin levantar a taça da Libertadores.

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