Nilton Fukuda/ Estadão
Nilton Fukuda/ Estadão

CAS mantém punição a dirigente palestino por incitar ódio contra Messi

Comentários foram feitos quando a Argentina ia jogar uma partida amistosa em Israel

Redação, Estadao Conteudo

18 de julho de 2019 | 15h35

A Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em francês) rejeitou nesta quinta-feira um recurso do presidente da Federação Palestina de Futebol, Jibril Rajoub, contra sua suspensão pela Fifa por "incitar a violência e o ódio" contra Lionel Messi.

A CAS explicou que seu painel de juízes decidiu que as sanções da Fifa contra o dirigente palestino - proibição de um ano de assistir partidas e multa de 20 mil francos suíços (aproximadamente R$ 76 mil) - "não foi desproporcional".

A suspensão de Rajoub expira no próximo mês, antes da primeira partida da seleção palestina nas Eliminatórias Asiáticas para a Copa do Mundo de 2022, quando receberá o Usbequistão em 5 de setembro.

Os comentários que provocaram a punição foram realizados por Rajoub quando a Argentina ia jogar uma partida amistosa em Israel na sua preparação para a Copa do Mundo de 2018.

O dirigente convocou os torcedores palestinos a queimar camisetas da seleção argentina com o nome de Messi e fotos do astro do Barcelona. A Federação de Futebol de Israel apresentou, então, uma queixa à Fifa e cancelou o jogo. E Rajoub foi punido, com a sanção tendo sido confirmada pela CAS nesta quinta-feira.

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