Dominic Benbichler / Reuters
Dominic Benbichler / Reuters

CAS reduz punição de inspetor das candidatas a sede das Copas de 2018 e 2022

Harold Mayne-Nichols solicitou trabalho não remunerado para familiares no Catar

Estadão Conteúdo

14 de julho de 2017 | 12h30

A Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira que reduziu a punição imposta a Harold Mayne-Nichols, ex-presidente da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile, e o permitiu voltar a desempenhar funções no esporte.

A CAS informou nesta sexta que diminuiu de três s dois anos a suspensão que a Fifa impôs a Mayne-Nicholls por conflitos de interesse por solicitar trabalho não remunerado para familiares no Catar, enquanto ele atuava como inspetor dos países candidatos a sediar as Copas do Mundo de 2018 e de 2022.

A punição a Mayne-Nicholls havia começado em 3 de julho de 2015 e, com a sua redução, agora está encerrada. O tribunal considerou que a pena de dois anos é "uma punição apropriada e proporcional".

A Fifa elegeu em 2010 Mayne-Nicholls, então presidente da federação chilena, para liderar uma equipe de seis pessoas para avaliar as nove candidaturas, sendo que o Catar foi escolhido sede da Copa do Mundo de 2022 e a Rússia venceu a votação para o torneio de 2018.

Mayne-Nicholls era considerado como um possível candidato à presidência da Fifa quando o escândalo de corrupção que provocou a prisão de vários dirigentes eclodiu em 2014.

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