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Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Casemiro pede ajuda coletiva da seleção para conter genialidade de Messi na final da Copa América

Acostumado a enfrentar o craque argentino nos clássicos entre Real Madrid e Barcelona, volante quer time solidário na decisão do torneio

Redação, O Estado de S. Paulo

08 de julho de 2021 | 17h45

“Sozinho eu não marco nenhum jogador, tem de ter a ajuda dos companheiros”. Foi com esse discurso que o volante Casemiro explicou como a seleção deve se portar na final deste sábado, no Maracanã, quando Brasil e Argentina vão decidir o título da Copa América.

O volante comentou que o ponto forte da seleção brasileira até aqui tem sido o equilíbrio dentro de campo e essa fórmula precisa ser mantida diante de uma equipe que tem, como camisa 10, o argentino Lionel Messi. Como a ênfase foi dada à marcação, os homens de ataque acabaram sendo citados pelo capitão da equipe. “Começa no Neymar, no Richarlison, nos jogadores da frente e termina no goleiro. Uma equipe joga com 11, defende com 11 e ataca com 11”, disse o jogador.

Com apenas dois gols sofridos nos seis jogos da seleção na Copa América, Casemiro teve destaque também na armação das ações ofensivas em algumas partidas. Mas diante de um confronto que vale taça, ele tratou de mexer com os brios dos seus companheiros. “Após partida contra o Peru (pelas semifinais), disse para eles que final não se joga, final se ganha. Com meio a zero somos campeões e isso é o mais importante. Vai ser um jogo de detalhes e do outro lado vão ter atletas de alto nível. Sabemos da qualidade do Messi, mas temos de valorizar toda a seleção  argentina.”

Durante a entrevista, o volante fez um balanço da Copa América e tratou de valorizar o torneio disputado simultaneamente à Eurocopa. O camisa 5 até usou uma partida do velho continente para mostrar que o equilíbrio hoje em dia atinge o futebol de todo mundo. “Inglaterra e Dinamarca foi um jogo difícil, definido no detalhe. Não tem jogo fácil. Enfrentamos o Peru, finalista da última Copa América. Não se pode tirar o mérito das seleções que enfrentamos”.

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