Casillas chama torcida e diz que Real acredita em vaga

Capitão do Real Madrid mesmo no banco de reservas, Iker Casillas concedeu longa entrevista coletiva nesta quinta-feira, um dia depois de a equipe ser goleada por 4 a 1 pelo Borussia Dortmund e se complicar na busca pela "La Décima" (décimo título da Liga dos Campeões). Num evento da Adidas em Madri, o goleiro falou sobre a situação do time, sua relação com Mourinho e seu futuro no Real.

AE, Agência Estado

25 de abril de 2013 | 13h09

Quanto às possibilidades de a equipe avançar à final da Liga dos Campeões depois da derrota na Alemanha, Casillas garantiu que o Real não desistiu e pediu o apoio da torcida para o jogo de volta, terça-feira, e no Santiago Bernabéu.

"O sentimento não é bom. Perder de 4 a 1 em uma semifinal é doloroso. Mas depois da partida a gente começa a se animar, a acreditar e compreender que temos uma partida de volta à frente. Temos cindo dias para chamar a torcida, que vá ao Bernabéu nos animar como fez em outros momentos históricos", disse Casillas.

O goleiro reconheceu a superioridade do Borussia, que, segundo ele, jogou muito bem e foi o justo vencedor. "Mas há uma partida de volta de 90 minutos e temos que morrer em campo porque depois desses 90 minutos podemos estar em uma final em Wembley. Existe uma certeza de que podemos reverter. É uma oportunidade", ressaltou.

Perguntado sobre seu futuro no clube ainda que Mourinho continue no Real Madrid, Casillas desconversou. "Está claro que agora é a hora de pensar na partida de terça exclusivamente. Treino igual sempre, mas no futebol existe uma terceira pessoa que é quem decide quem joga. Acima do meu futuro, me procura o Real Madrid."

Segundo o goleiro, sua relação com o treinador português é boa, mas exclusivamente profissional. "Não é fria, é honesta. Ele diz a verdade. Temos muito respeito, falamos de futebol. No pessoal, não temos a mesma relação, mas acima de tudo está o clube", disse.

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