Cássio diz que o empate com o Santos foi o mais tranquilo desde que assumiu o gol do Corinthians

SÃO PAULO - O torcedor do Corinthians comemorou a classificação para a final da Libertadores no apito do árbitro Vuaden. Nenhum dos 37 mil corintianos que estavam no Pacaembu ousaram festejar com a bola rolando. Não diante do Santos. O único que nadava contra a correnteza era o goleiro Cássio. Vazado pela primeira vez desde que assumiu o lugar de Júlio César, o goleiro teve a coragem de adimitir que o empate com o Santos por 1 a 1 foi o mais tranquilo para ele até agora na Libertadores. Disse isso em entrevista nesta quinta ao site da ESPN.

21 de junho de 2012 | 16h04

Cássio até concordou que o Corinthians poderia ter sido um pouco mais agressivo no primeiro tempo. Disse ainda que o Santos conseguiu abrir o placar por sorte. "Da maneira que eu vi, o Santos achou o gol. Teve uma infelicidade, a bola passou no meio da perna do Chicão e acabou sobrando para o Neymar, que estava bem posicionado. Ele teve sorte. Foi a única chance que o Santos teve. No segundo tempo, eu praticamente assisti ao jogo. Foi o mais tranquilo para mim nesta Libertadores." E disse mais: "De repente a gente poderia ter sido um pouco mais agressivo no começo, até por estar jogando em casa. Mas é uma coisa do jogo. Também havia uma pressão muito grande por o Corinthians nunca ter chegado a uma final. Mas nosso time se portou bem, não sentiu, pelo contrário foi para cima."

Cássio entrou no lugar de Júlio César após erros do titular na decisão do Paulistão com a Ponte Preta. Seu primeiro jogo foi contra o Emelec. Seu grande momento foi quando pegou o chute de Diego Souza contra o Vasco, nas quartas de final. "Se eu encaixei bem é mérito dos meus companheiros, por terem me recebido tão bem. Acho que isso é importante. É difícil jogar em um clube que não te quer bem", disse o goleiro. "A defesa é só uma parte. O pessoal lá na frente ajuda muito, o meio de campo também. Mas o pessoal lá atrás vem muito bem. O Chicão vem bem e o Castán é um dos melhores zagueiros do Brasil do momento para mim. Acho que o importante é o coletivo."

Tudo o que sabemos sobre:
CorinthiansCopa Libertadores

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.