Cássio torce para decisão não ir para os pênaltis

A possibilidade da edição de 2012 da Libertadores ser decidida na disputa de pênaltis é real, mas Cássio espera que a situação não ocorra na quarta-feira, quando o Corinthians recebe o Boca Juniors, no Estádio do Pacaembu, na segunda partida da final do torneio. "Prefiro ganhar no jogo, no tempo normal. Nos pênaltis é muito sofrimento", afirmou o goleiro.

FÁBIO HECICO, Agência Estado

30 de junho de 2012 | 14h11

Uma vitória nos pênaltis poderia consagrar Cássio entre os corintianos, mas essa possibilidade não empolga o goleiro. "É difícil pênaltis, pode ser que eu pegue um ou dois e o time não esteja no dia e erre três e acabe perdendo. É complicado não só para os goleiros, mas para o time todo", disse.

Como a primeira partida da final da Libertadores terminou empatada por 1 a 1, uma nova igualdade no tempo normal e na prorrogação, levaria o duelo com o Boca Juniors para os pênaltis. Cássio garante que não pensa na possibilidade. ""Mais em casa, com família, aqui a gente não pensa. Tem 90 minutos e a gente tem totais condições de ganhar o jogo", comentou.

Importante na boa campanha do Corinthians da Libertadores, Cássio espera ajudar o time a conquistar o tão sonhado título continental. Para isso, porém, sabe que será essencial ter muita atenção com os principais jogadores do setor ofensivo do Boca Juniors, especialmente o meia Riquelme.

"Santiago Silva é um atacante forte, de área, com bom cabeceio, segura bem a bola e é muito perigoso. Mouche é muito rápido, cai para os lados. Riquelme, sem comentários, nem sei o que falar dele. Um grande jogador, com qualidade grande de passe, a qualquer momento pode deixar um jogador na cara do gol", analisou.

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