Catalão se une ao Crac e clube continuará na Série C do Brasileiro

Presidente da Federação Goiana de Futebol, garante que vai doar a quantia de R$ 10 mil para o clube goiano

Estadão Conteúdo

14 de agosto de 2014 | 20h09

O Crac não precisou de 24 horas para desistir da ideia de abandonar o Campeonato Brasileiro da Série C. O presidente do clube, Helson Barbosa, esteve reunido nesta quinta-feira com membros da prefeitura de Catalão (GO) e foi definido que o time continuará na competição. O vereador da cidade, Paulo César, inclusive já iniciou uma campanha para arrecadar fundos no comércio e indústria locais, que serão repassados à equipe.

Além da prefeitura de Catalão, o Crac contará também com o apoio da Federação Goiana de Futebol (FGF). O presidente da entidade, André Pitta, já garantiu que irá participar da campanha e vai ajudar o Crac com a quantia de R$ 10 mil.

Na última terça, Helson Barbosa ameaçou fechar as portas do Crac por não ter condições financeiras de arcar com os salários dos jogadores e as demais despesas até o fim da competição. O mandatário deixou claro que precisaria de R$ 400 mil para permanecer no torneio. Quantia essa que será arrecadada na campanha comandada pela prefeitura. Torcedores e até programas esportivos da região também se mobilizaram para ajudar o clube.

A quantia é suficiente para que o Crac continue na Série C, mas não coloca um fim nos problemas financeiros. As dívidas do clube já chegam na casa dos R$ 3 milhões, além dos salários atrasados dos jogadores e comissão técnica, que já estão há três meses sem receber.

Com a permanência confirmada, os jogadores voltaram aos treinamentos nesta quinta, sob o comando do técnico Moisés Egert, visando o confronto diante do Botafogo-PB, marcado para este domingo, no estádio Almeidão, em João Pessoa.

O Crac segue na zona de rebaixamento do Grupo A da Série C, onde está na nona colocação com oito pontos, a um do ASA, o primeiro time fora do descenso.

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