Catar nega corrupção por Copa, mas promete apurar

As autoridades do Catar abriram uma investigação sobre o suposto caso de corrupção da sua vitoriosa candidatura para sediar a Copa do Mundo de 2022, mas disseram que as evidências apresentadas até agora são falsas, infundadas e vêm de um delator que provavelmente é um ex-funcionário "com um significativo interesse escuso".

AE-AP, Agência Estado

23 de maio de 2011 | 09h21

O Catar se mostrou na defensiva desde que o jornal inglês Sunday Times apresentou evidências em uma investigação do parlamento britânico no início deste mês que acusam dois membros do Comitê Executivo da Fifa, ambos de países africanos, de aceitar US$ 1,5 milhão cada um em troca de seus votos na candidatura do país em dezembro. O Catar rejeitou as acusações.

Na última semana, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, disse que um ex-funcionário da candidatura do Catar seria ouvido na quarta-feira sobre as acusações como parte de uma ampla investigação do suposto ato de corrupção durante o processo de escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. "O comitê acolhe uma investigação aprofundada sobre as acusações contra nós", disse o comitê do Catar em uma declaração oficial.

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