Catar usa amistoso como marketing para Copa de 2022

A experiência de novembro de 2009 de receber o jogo entre a seleção brasileira e a inglesa (vitória do time de Dunga por 1 a 0) só trouxe dividendos para o futebol do Catar. "Foi bom para todo mundo, a torcida, os nossos jovens, o futebol do país", disse Hamad Al Mannai, diretor do estádio Al Khalifa International. "Por isso nada mais lógico que recebermos outro grande clássico do futebol mundial, Brasil versus Argentina. Seria muito bom se nossos meninos se inspirassem em Ronaldinho e Messi."

LIVIO ORICCHIO, Agência Estado

16 de novembro de 2010 | 20h35

O evento, segundo o administrador do estádio, de gramado irretocável, será um sucesso a exemplo da partida entre Brasil e Inglaterra. "Os 49 mil ingressos já estão esgotados há

duas semanas", diz Al Mannai.

Receber grandes seleções faz também parte da estratégia de o Catar organizar a Copa do Mundo de 2022, cuja nação escolhida deverá ser anunciada pela Fifa dia 2 de dezembro. O embaixador do Catar no projeto é ninguém menos de Zinedine Zidane, atleta de origem árabe também.

Há quatro treinadores brasileiros trabalhando em equipes importantes do Catar, visando melhorar a qualidade do futebol: Paulo Autuori, Caio Júnior, Sebatian Lazzaroni e Péricles Chamusca. Todos provavelmente estarão no estádio para ver a nova geração do Brasil, grupo que servirá de base para o time que vai disputar a Copa de 2014.

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