Benoit Tissier / Reuters
Benoit Tissier / Reuters

Cavani recusa dinheiro para deixar Neymar ser o cobrador de pênaltis do PSG, segundo jornal

Uruguaio teria aberto mão de 1 milhão de euros (3,7 milhões de reais)

Estadão Conteúdo

25 de setembro de 2017 | 10h04

Em uma tentativa de resolver a crise entre Neymar e Cavani, o PSG,  por ordem do presidente Nasser Al-Khelaifi, teria oferecido um milhão de euros (3,7 milhões de reais) ao centroavante uruguaio, para que abrisse mão de ser o batedor de pênaltis da equipe e deixasse o brasileiro ficar com o posto. Cavani, porém, teria recusado a proposta, segundo o jornal El País. O dinheiro seria um adiantamento do bônus a que o camisa nove teria direito se conseguir a artilharia do Campeonato Francês.

Após a negativa do uruguaio, um intermediário teria ido a Neymar, pedindo que esquecesse a polêmica e deixasse as cobranças para o colega de equipe. O brasileiro também não teria levado a conversa adiante.

Os conflitos entre as duas estrelas da equipe começaram na partida contra o Lyon, vencida pelo PSG por 2 a 0. No primeiro momento, Cavani e Neymar discutiram sobre quem deveria cobrar uma falta, quando Daniel Alves também se envolveu. O brasileiro acabou cobrando, para bela defesa do goleiro adversário. Em seguida, os atacantes também discutiram quanto a quem deveria cobrar um pênalti, que acabou sendo realizada pelo uruguaio e defendida por Anthony Lopes.

Segundo a imprensa europeia, os atritos teriam prosseguido no vestiário, com Thiago Silva impedindo que os dois chegassem às vias de fato. Durante a semana, Daniel Alves teria organizado um jantar para selar a paz, e Neymar pedido desculpas ao elenco.

No final de semana, o PSG jogou contra o Montpellier pelo Campeonato Francês e empatou por 0 a 0. Neymar não jogou, devido a um problema no pé.

A dúvida prossegue: Quem será o cobrador de pênaltis do PSG? O técnico Unai Emery não definiu um batedor e, com as recusas dos atacantes de deixar o companheiro ser o cobrador, ainda não há uma palavra final sobre a questão.

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