Gabriela Biló|Estadão
Gabriela Biló|Estadão

CBF crê em rapidez na liberação dos corpos das vítimas

Walter Feldman viajou para Chapecó para prestar solidariedade às famílias

Daniel Batista, enviado especial a Chapecó, O Estado de S. Paulo

29 de novembro de 2016 | 19h50

Walter Feldman, secretário-geral da CBF, acredita na rapidez da liberação dos corpos das vítimas da queda do avião da Chapecoense em Medellín. O dirigente viajou para Chapecó na tarde desta terça-feira para prestar solidariedade às famílias catarinenses. Ao todo, 71 pessoas morreram na tragédia. "A documentação foi identificada e, além disso, os corpos não foram carbonizados e destruídos, o que facilita a identificação. Tudo isso deve trazer rapidez para a liberação dos corpos", disse Feldman em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira. 

Ainda nesta terça-feira, um avião com familiares de jornalistas seguirá para a Colômbia. O objetivo é que eles acompanhem a identificação no país vizinho. Nenhum avião, no entanto, sairá de Chapecó. "Nenhum avião sairá de Chapecó. Nós tínhamos uma aeronave à disposição, mas uma assembleia decidiu que os familiares vão aguardar os corpos aqui", disse Feldman. 

Ainda de acordo com o dirigente, um acordo internacional entre os dois países permite que a identificação seja feita no país onde o fato aconteceu, com a presença de legistas brasileiros e colombianos. Aviões da FAB estarão esperando em Manaus, capital do Amazonas, para o transporte dos corpos para o funeral coletivo. "A sugestão do clube é fazer um velório coletivo, uma homenagem final no próprio estádio dos profissionais ligados à Chapecoense", concluiu Feldman. 

 

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