CBF explica lances em que mão na bola reproduzem em faltas

Ex-auxiliar e secretária da escola de arbitragem, Ana Paula Oliveira explica diferenças entre tocar a mão na bola com ou sem intenção

O Estado de S. Paulo

18 Setembro 2014 | 12h48

Os polêmicos erros de arbitragem dos últimos tempos fez com que a CBF utilizasse seu site oficial para explicar os conceitos da regra. Em vídeo publicado nesta quarta-feira, a secretária da escola nacional de arbitragem de futebol, Ana Paula Oliveira, explicou as diferenças entre tocar a mão na bola com intenção ou não, e quando a falta deve ser marcada.

Na publicação, a ex-assistente explica a regra e fala que para ser marcada a infração em casos de mão na bola, é preciso observar a distância entre o jogador e a bola, para entender se ela toca de forma inesperada, ressaltando que em lances intencionais, não é necessário a marcação de falta. "Um jogador pode jogar de forma natural e cometer uma ação deliberada", diz Ana Paula.

Para ressaltar as regras, Ana Paula mostrou lances em que deveriam ser marcados pênalti, como em Cruzeiro e Náutico e também em Náutico e São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro de 2012. Para dar um padrão mais atual, a CBF também selecionou um lance da partida entre Fluminense e Palmeiras, que ocorreu no torneio nacional deste ano. Em outro lance do Brasileirão de 2014, a ex-assistente mostrou lance entre Vitória e Flamengo.

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