Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

CBF ainda espera pontos de jogo interrompido com a Argentina: 'Fazemos questão'

Segundo o presidente Ednaldo Rodrigues, rivais foram os responsáveis pela paralisação da partida; duelo foi remarcado para o dia 22 de setembro, mas Brasil ainda tenta recursos

Fábio Grellet / RIO, O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2022 | 14h19

A CBF ainda tenta conseguir os pontos da partida interrompida contra a Argentina, válida pelas eliminatórias da Copa do Mundo. "Fazemos questão dos três pontos, para moralizar", afirmou, nesta terça-feira, o presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues.

"Foi a Argentina que criou o problema. O Brasil estava lá para jogar, a Argentina é que causou problema. Por isso a CBF faz questão de ter os pontos", enfatizou o dirigente.

A partida era realizada na Neo Química Arena, o estádio do Corinthians, em São Paulo, em 5 de setembro do ano passado, e foi interrompida aos cinco minutos do primeiro tempo por agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devido à presença de atletas argentinos que infringiram as regras sanitárias então vigentes no Brasil de combate à covid-19.

A Fifa remarcou o jogo para 22 de setembro deste ano, mas ainda há recursos pendentes tanto do Brasil como da Argentina, ambos querendo os pontos da partida. "Se a Fifa determinar que o jogo tem que acontecer, vamos jogar. A situação atual é essa, estamos nos preparando para a partida. Mas ainda tem recursos pendentes, vamos até o fim", disse Rodrigues. Como mandante da partida, o Brasil deve indicar onde ela será realizada - a CBF tem até o dia 22 de junho para isso.

Um outro jogo entre Brasil e Argentina, este amistoso, ocorreria em 11 de junho na Austrália, mas foi cancelado a pedido da seleção rival. O presidente da CBF afirmou que a entidade vai cobrar da empresa organizadora desse amistoso o valor que seria pago em caso de realização da partida. "O cancelamento não foi causado pela CBF, queremos receber normalmente", disse Rodrigues.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.