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CBF reduz poder dos clubes na votação para presidente

Entidade inclui times da Série B, mas dá peso aos votos e mantém federações decisivas

O Estado de S.Paulo

24 de março de 2017 | 10h48

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Marco Polo Del Nero, deu um duro golpe nos clubes. Em assembleia realizada na quinta-feira, no Rio, os 20 times da Série B foram incluídos no colégio eleitoral da entidade, mas uma nova regra manteve o poder de decisão nas mãos das federações. 

Agora são 40 clubes contra 27 federações. Na teoria, uma vantagem para os times. A diferença está no sistema de votação. O voto dos presidentes das federações terá peso três, enquanto o dos clubes da Série A apenas dois, e da Série B, um. 

Neste cenário, as federações continuam com maioria no colégio eleitoral. São 81 votos contra apenas 60 dos clubes. Antes da decisão eram 27 votos contra 60, sem diferença no peso da votação. A inclusão das equipes da Série B era obrigatória por lei. 

A mudança deve assegurar a permanência de Del Nero na presidência, já que atualmente quase todas as federações sobrevivem com o dinheiro, cerca de R$ 50 mil, enviado pela CBF mensalmente. A próxima eleição da CBF será em 2018. 

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