Cenário político não interfere no time, diz Mano Menezes

Às vésperas de um clássico decisivo contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, o técnico Mano Menezes afirmou nesta sexta-feira que o momento político que vive o Corinthians, com eleições para presidente marcadas para o início do ano que vem, não interfere no seu trabalho à frente do time.

VÍTOR MARQUES, Estadão Conteúdo

19 Setembro 2014 | 18h33

O treinador disse nesta sexta-feira que é inevitável ouvir especulações. O contrato dele termina em dezembro. E seu principal fiador, o presidente Mário Gobbi, deixa o cargo em fevereiro. Entre candidatos à sucessão, da situação e da oposição, o nome de Mano não é unanimidade.

"É impossível evitar coisas que não estão sob nosso comando, e temos de saber conviver com elas. Cada clube vive seu momento. O que a gente tenta é que essas coisas interfiram o mínimo. E não vejo que isso está nos prejudicando. O que fizemos até aqui é culpa nossa", avaliou Mano.

No clube, há quem defenda o retorno do técnico Tite, que está sem emprego desde que deixou o Corinthians no final do ano passado - uma eventual troca aconteceria apenas em janeiro. Outros veem com bons olhos o treinador Oswaldo Oliveira, demitido do Santos recentemente.

O Corinthians chega no clássico deste domingo pressionado a vencer o rival. O empate contra a Chapecoense na última quinta-feira não foi bom em termos de classificação. O time continua no G4, mas está agora a 12 pontos do líder Cruzeiro (49 a 37).

Para o clássico, Mano confirmou o retorno do meia Renato Augusto, poupado do empate contra a Chapecoense. Anderson Martins e Fagner também voltam ao time. O treinador, no entanto, não revelou se vai escalar o Corinthians com três atacantes ou dois meias.

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