Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Ceni admite 'desvantagem grande' após revés, mas já projeta clássico de domingo

Depois de perder por 2 a 0 no Morumbi, pela Copa do Brasil, tricolor já tem outro compromisso importante no fim de senama

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2017 | 08h42

O técnico Rogério Ceni não terá muito tempo para digerir a derrota do São Paulo para o Cruzeiro, por 2 a 0, sofrida na noite desta quinta-feira, no Morumbi, pela Copa do Brasil. No domingo, o time encara o Corinthians, pela semifinal do Campeonato Paulista, novamente em casa, em uma partida importante para se manter vivo em busca do título estadual.

"Temos de saber separar os campeonatos, que são distintos. Vamos fazer o primeiro jogo no Morumbi e precisamos esquecer esse resultado momentaneamente. Domingo é o primeiro passo, diante de um adversário tradicional, conhecido, e vamos tentar chegar nessa final. Seria muito importante para a gente", explicou.

O treinador conta que, após derrotas como essa, sempre tem uma noite terrível e demora a dormir. Já era assim quando era jogador. "Estou tentando achar as coisas boas do jogo, buscando alternativas para a próxima partida. Na Copa do Brasil estamos em desvantagem grande, mas na semifinal que começa no domingo estamos iguais", comentou.

Ceni ainda não sabe se poderá contar com o meia Cueva, que estava voltando de lesão, sofrida com a seleção peruana, e espera ganhar ritmo. "Eu dependo do departamento médico. Ele começou o trabalho no campo na quarta-feira, mas não posso assegurar que ele estará presente. Ele ficou 15 dias parado e não queremos que ele volte a sentir a lesão", revelou.

Ele espera que o time não repita contra o Corinthians os erros que cometeu diante do Cruzeiro em lances de bola parada, nos quais sofreu dois gols - um contra de Pratto e outro de Hudson. Ceni lembra que vem treinando bastante esse fundamento no CT da Barra Funda e reclamou do jeito que os gols saíram.

"Nós falhamos na marcação, uma coisa que treino bastante. Eu esperava que a gente fizesse gol de bola parada no Cruzeiro. No que eu via, era uma das maiores possibilidades para a gente. Via possibilidade maior de fazer gols do que sofrer. Mas o jogo me mostrou o contrário", lamentou o treinador.

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