AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL
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Ceni evita polêmica, mas afirma que Aidar precisa de ajuda

Ex-goleiro do São Paulo lamenta críticas feitas por ex-dirigente

O Estado de S. Paulo

14 de dezembro de 2015 | 14h28

Rogério Ceni evitou nesta segunda-feira rebater as declarações dadas pelo ex-presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, contra posturas do ex-capitão dentro do clube. Durante evento nesta segunda-feira na capital paulista o agora goleiro aposentado se limitou a dizer que o antigo presidente precisa de ajuda dos amigos e pessoas próximas.

O ídolo são-paulino foi até uma livraria para lançar bustos, chaveiros e dois modelos de estatuetas em sua homenagem e aproveitou para comentar a entrevista dada por Aidar ao jornal Diário de S. Paulo, publicada no domingo. "Não vou polemizar. Ele era o presidente, se ele hoje acha isso, como acha que tinha de ter mandado o Osorio embora, ou que o Rodrigo Caio deveria ter saído. Espero que as pessoas que estão próximas a ele, são amigas, vivem seu dia a dia, possam ajudá-lo", comentou Ceni.

Aidar disse na entrevista que a presença do goleiro no elenco inibia o surgimento de outras lideranças, como o zagueiro Dória, com quem o Ceni tinha atritos. Segundo o ex-presidente, Ceni também não gostava de Alexandre Pato porque o atacante ganhava um salário muito elevado, R$ 800 mil, com o valor dividido entre São Paulo e Corinthians.

Ceni se despediu do futebol na sexta-feira em jogo festivo no Morumbi e entra de férias apenas nesta terça-feira, quando encerra os compromissos com o São Paulo ao lançar um livro e participar como guia de um passeio de torcedores pelo estádio. "Esse momento de despedida é depressivo, a gente sabe. Eu estou parando agora e sei que preciso manter meus amigos por perto. Não vou polemizar (com Aidar)", comentou.

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