Alex Siva/Estadão
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Centurión estava doente e ameaçou fugir de hospital, diz Aidar

Presidente do São Paulo conta que argentino teve virose

O Estado de S. Paulo

12 de maio de 2015 | 16h17

O argentino Centurión, do São Paulo, assustou o clube e deu trabalho para os médicos no último fim de semana. O jogador teve uma virose, precisou ficar fora do jogo com o Flamengo, no domingo, e ao ser levado para um hospital, ainda se recusou a permanecer internado e chegou a ameaçar fugir do local.

Quem contou todo o passo a passo dos acontecimentos foi o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar. No fim de semana, o jogador sentiu uma indisposição e até mesmo o médico do clube, Auro Rayel, foi ao apartamento onde o argentino mora. De lá, o atleta foi levado a um hospital. 

"O Centurión foi posto no soro, o médico queria que ele dormisse lá, mas ele não queria ficar de jeito nenhum. O Rubens Moreno, nosso diretor de futebol, foi lá, achou que o tinha convencido, mas o jogador disse que se não o soltassem, fugiria", contou Aidar em entrevista à Fox Sports.


A virose tinha provocado problemas intestinais no argentino, que precisou repor os líquidos. Antes da ida ao hospital, porém, o jogador já tinha pregado um grande susto no médico do clube. "Chegando lá (na casa de Centurión), ele (Auro Rayel) tocou a campainha, bateu na porta, tentou no telefone e nada. Todo mundo ficou preocupado, pensando que tivesse acontecido algo pior. Ele estava dormindo, por causa do mal estar", disse Aidar.

Até mesmo o desfecho do fim de semana de Centurión foi inusitado. No domingo à noite, o colega de time, o volante Souza, publicou um recado na rede social do argentino para avisar que o treino de segunda-feira havia sido antecipado para a manhã. "Centurión, o treino amanhã é pela manhã. Os caras lá não estão conseguindo falar com você".

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