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Chapecoense festeja vitória sobre o River, apesar de eliminação

Bola na trave no final poderia ter levado jogo para os pênaltis

Estadão Conteúdo

29 de outubro de 2015 | 09h37

A Chapecoense caiu na Copa Sul-Americana, mas caiu de pé. Jogando contra um time que agora chegou a 13 triunfos seguidos de mata-mata em competições continentais, o campeão da Libertadores River Plate, o time catarinense conseguiu uma histórica em Chapecó quarta-feira à noite, por 2 a 1, mas foi eliminado. Afinal, havia perdido por 3 a 1 no Monumental de Nuñez.

Ao fim do jogo na Arena Condá, a torcida aplaudiu de pé o time que fez história para a cidade, para o clube e para Santa Catarina. "Falei antes de começar a partida que a vida é feita de crenças e de atitudes. Acho que nossa equipe acreditou e foi até o fim. Foi um jogo que nos encheu de orgulho. A Chapecoense se fez respeitar", elogiou o técnico Guto Ferreira.

A história, entretanto, seria diferente se, aos 43 minutos, um cabeceio (praticamente um resvalo de cabeça na bola) de Tiago Luis não tivesse batido no travessão. Era para ser o terceiro gol da Chapecoense, que levaria o confronto para os pênaltis. "Aquela bola final do Tiago foi cruel demais. Ir para os pênaltis seria muito legal. É vida que segue", comentou o treinador.

Fora da Sul-Americana, a Chapecoense volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro, para se manter mais uma vez na primeira divisão. Com 39 pontos, o time do interior de Santa Catarina é 14.º colocado e, com duas vitórias nas últimas seis rodadas, se garante na Série A do ano que vem.

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