Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90
Reprodução
Reprodução

Chicago se retira da candidatura de EUA, México e Canadá para sediar Copa de 2026

Norte-americanos querem sediar Mundial conjuntamente, mas terão de escolher outra cidade

Estadão Conteúdo

15 de março de 2018 | 14h22

Sede da US Soccer, a federação norte-americana de futebol, Chicago se retirou da candidatura para sediar a Copa do Mundo de 2026. Os Estados Unidos pleiteiam o direito de receber o Mundial junto com México e Canadá, mas já não terão a cidade de Illinois no processo.

Confira a tabela da Copa do Mundo

Veja a página especial do Mundial

"A Fifa não pode subministrar um nível básico de certeza sobre certos assuntos que representam um risco para nossa cidade e nossos contribuintes. A incerteza para os contribuintes, além da inflexibilidade da Fifa e sua intransigência para negociar, são sinais claros de que ser parte da candidatura não é o melhor para os interesses de Chicago", disse Matthew McGrath, porta-voz do prefeito de Chicago, Rahm Emanuel.

Os três países anunciaram nesta quinta as cidades que fazem parte da candidatura. Chicago foi uma das sedes do Mundial dos Estados Unidos em 1994 e inclusive recebeu o jogo de abertura, mas já havia se recusado a entrar no pleito do país para sediar a Copa de 2022, que acabou indo para o Catar.

A Fifa insiste que os contratos com as cidades-sedes incluíam uma cláusula para que eles sejam regidos pelas leis suíças e que a entidade tenha a possibilidade de modificar os acordos a qualquer momento. Talvez por isso, Vancouver também se retirou da candidatura tripla.

Além do pleito conjunto de Estados Unidos, México e Canadá, Marrocos está na briga para sediar a Copa do Mundo de 2026.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.