Amanda Perobelli/ Reuters
Amanda Perobelli/ Reuters

Chilenos comemoram feito histórico de Vargas na Copa América

Atacante ultrapassou Guerrero e se tornou o principal artilheiro da competição em atividade

Almir Leite, João Prata e Leandro Silveira, O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2019 | 04h30

Principal destaque na tranquila vitória do Chile sobre o Japão por 4 a 0, o atacante Vargas marcou duas vezes e chegou a 12 gols na Copa América. Ele se tornou o maior artilheiro em atividade do torneio com 12 gols no total.

O chileno superou Guerrero, que tem 11 tentos. Na história da competição, os principais artilheiros são o argentino Norberto Méndez e o brasileiro Zizinho, com 17 gols cada.

Vargas ficou para fazer o exame antidoping e não passou pela zona mista para dar entrevista. Mas dois dos principais jogadores da seleção chilena exaltaram o feito do companheiro de equipe.

"Importante que marcou dois gols, importante para o Chile que ele seja goleador histórico da COpa América. Somos os atuais campeões. Temos que defender o título. Vai ser difícil, temos que seguir melhorando", comentou o volante Vidal.

Medel também destacou o feito histórico do jogador de 29 anos, que teve passagem pelo Grêmio e hoje atua pelo Tigres, do México. "É um grande jogador, fundamental para nossa equipe e isso dará a ele muita confiança para seguir no torneio", comentou.

O Chile volta a campo contra o Equador, na sexta-feira, em Salvador. Na próxima segunda-feira fechará a participação no Grupo C no jogo contra o Uruguai, no Maracanã, que deve definir a liderança da chave.

"São duas grandes equipes, de tradição. O Uruguai é sempre favorito junto com Brasil e Argentina. Sabemos que será jogo duríssimo, mas temos de ir passo a passo. Agora é descansar e pensar no Equador, que é um grande adversário", disse Medel.

Vidal destacou que o Chile está em evolução. Depois de uma fraca atuação no amistoso contra o Haiti (venceu de virada por 2 a 1), ele acredita que a equipe seguirá evoluindo no torneio. "Tivemos muitos dias de preparação. Claramente não fomos bem no amistoso. Mas tivemos tranquilidade contra o Japão, fizemos um bom segundo tempo. Agora temos dois adversários difíceis e precisamos seguir melhorando", comentou.

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