Evelson de Freitas/Estadão
Evelson de Freitas/Estadão

Cinco perguntas para Tite, técnico do Corinthians

Treinador do Alvinegro paulista explica diferença da equipe entre os dois tempos contra o Mogi Mirim

Entrevista com

O Estado de S. Paulo

02 Março 2015 | 07h00

O que aconteceu para o time mudar tanto de postura nos dois tempos?

Acredito que tenha sido um dos primeiros tempos em que mais oscilamos jogos de começo da temporada. Compreensível, porque estávamos com dois atacantes e a coordenação das jogadas não acontecia. No intervalo, trouxe para o esquema antigo, as coisas fluíram e o nível técnico dos jogadores também melhorou muito na etapa final. 

Guerrero e Vagner Love podem jogar juntos?

Podem jogar juntos, sim. Não deu certo no primeiro tempo, mas os dois são móveis, com presença de área e finalização. É questão de tempo para melhorar.

Boa pontuação já dá para relaxar no Paulista?

Não me permito fazer isso. Sou muito chato e exigente, primeiro comigo e nisso acabo passando uma mensagem para os atletas. Quer construir uma carreira, tem que pagar o preço e entrar todos os jogos ligados. 


Como resolver a falta do Fábio Santos na lateral-esquerda?

Uendel não jogou para ter condição de atuar na quarta-feira. O Mendoza deu uma resposta acima do que eu imaginava. A cobertura pode ter faltado um pouco, já que ele é atacante, mas me deixou tranquilo mesmo com os laterais do Mogi sendo bastante velozes.

Que dificuldades espera na partida contra o San Lorenzo?

Acompanho eles desde a Libertadores do ano passado. É uma equipe madura. Pelos jogos que estou vendo da Libertadores, quem sobrar dos três (São Paulo, Corinthians e San Lorenzo) se classificaria em qualquer dos outros grupos. 

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