Citadini não quis os "mesmos de sempre"

O Corinthians efetivou Juninho com a mesma justificativa usada quando foi buscar Júnior, no Rio: entregar o time para um técnico que não figurasse na lista dos "mesmos de sempre", como definiu nesta quinta-feira o vice-presidente de futebol do clube, Antônio Roque Citadini. Se custar menos, melhor ainda. Com uma significativa diferença: como trabalha no clube desde janeiro, e tem história como jogador do Corinthians, o ex-zagueiro Juninho não deve abandonar o barco depois de 11 dias, como o antecessor."Tínhamos duas alternativas: contratávamos algum desses que já estão por aí, os mesmos de sempre, ou partíamos para algo novo. Já que optamos pela segunda alternativa, a de dar a oportunidade a alguém que saia dessa mesmice, por que não o Juninho?", disse Citadini. O dirigente só não deixou claro porque o Corinthians não escolheu a primeira alternativa. "E não é só Leão que está descartado. Qualquer outro técnico está."Citadini também inovou ao apostar em Rivellino e anda satisfeitíssimo com as posturas do novo diretor. "Ele já havia demonstrado o quanto estava talhado para o cargo no episódio da saída do Júnior. E agora foi decisivo na escolha de Juninho. É para isso que o cargo existe."

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