Citadini sugere jogos no Paraguai

O vice-presidente de futebol do Corinthians, Antônio Roque Citadini abriu a entrevista nesta quarta-feira à tarde dizendo aos jornalistas que eles deveriam ouvir o Pedro Malan (ministro da Fazenda), não a ele (Citadini). Mesmo assim, não se negou a falar sobre o problema da falta de energia elétrica no País: "Será um efeito terminal para o País. É uma coisa dramática para o Brasil e por extensão para o futebol." "Foi um problema tratado como se fosse alguma coisa menor, como se alguém que fosse ao dentista. Estamos numa situação de brutal emergência". "Eu disse na semana passada que os jogos à noite iriam acabar. E pelo jeito vamos ter de transferir os nossos jogos para o Paraguai ou para a Bolívia. Lá não falta energia elétrica." "Isso tem um efeito de uma bomba atômica. Lamentavelmente a imprensa também tratou o assunto como se fosse uma coisa menor." "O grave é que isso não se resolve da noite para o dia. Não se constrói uma hidrelétrica, uma termoeléctrica de uma hora prá outra." "É uma declaração de estado de sítio, de emergência. Isso não é declarado mas essa é a realidade."

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