Phil Noble/Reuters
Phil Noble/Reuters

City derrota United por 3 a 1 e fica perto da decisão da Copa da Liga Inglesa

Equipe de Pep Guardiola consegue boa vantagem para o jogo da volta, que acontece no dia 29

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de janeiro de 2020 | 19h39

Atual bicampeão, o Manchester City se aproximou de mais uma final da Copa da Liga Inglesa ao vencer o rival Manchester United, nesta terça-feira, por 3 a 1, no estádio Old Trafford, no primeiro duelo das semifinais. Com o resultado, a equipe do técnico espanhol Pep Guardiola pode até perder por um gol em seu campo, no próximo dia 29, que ainda assim estará na decisão da competição.

A outra semifinal terá o primeiro duelo nesta quarta-feira com o Aston Villa, que eliminou o Liverpool na fase anterior, visitando o Leicester City. O segundo jogo, em Leicester, está marcado para o próximo dia 28. A decisão, no estádio de Wembley, em Londres, será em 1.º de março.

O começo do jogo foi equilibrado e o Manchester United, empurrado por quase 70 mil torcedores, chegou a ser mais presente no campo de ataque, mas esse entusiasmo acabou aos 17 minutos. O português Bernardo Silva, em jogada individual, pegou a bola pela meia direita, a marcação flutuou e o canhoto acertou um lindo chute de fora da área no ângulo direito do goleiro espanhol De Gea.

A partir daí, só deu Manchester City, que foi sólido na defesa e eficaz nos contra-ataques. Em uma saída errada do Manchester United, Bernardo Silva fez lindo lançamento para o argelino Riyad Mahrez, que mostrou tranquilidade e categoria para driblar De Gea e tocar para o gol aberto: 2 a 0, aos 33 minutos.

Atordoado, o Manchester United sofreu novo contra-ataque, aos 39 minutos. O belga De Bruyne deu um lindo drible dentro da área, mas a sua finalização parou na defesa de De Gea. O rebote bateu na perna do zagueiro belga Andreas Pereira, que fez contra: 3 a 0.

No segundo tempo, o Manchester City voltou em um ritmo mais lento. O Manchester United, mesmo desanimado e pouco inspirado, conseguiu diminuir com Marcus Rashford, aos 25 minutos. Mas a reação não teve prosseguimento e as chances do time comandado pelo técnico norueguês Ole Gunnar Solskjaer de chegar à final são pequenas.

 

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