Claudinei valoriza empate sem gols com o Internacional na Vila Belmiro

Técnico considera ponto somado, apesar de oportunidade perdida de passar os gaúchos na classificação

Sanches Filho, Agência Estado

17 de outubro de 2013 | 00h06

SANTOS - Claudinei Oliveira preferiu valorizar os quatro pontos que o Santos somou nos dois jogos contra o Internacional (venceu por 2 a 1 em Novo Hamburgo) a lamentar a oportunidade desperdiçada, após o 0 a 0 da noite desta quarta-feira, de ultrapassar o time gaúcho na tabela do Brasileirão.  "Aranha trabalhou mais do que contra a Ponte Preta, mas é preciso dar valor ao adversário. O Internacional tem jogadores de seleção brasileira e um elenco forte. É um dos quatro melhores times do futebol brasileiro", disse o treinador.

Para o comandante santista, o seu time teve dificuldade para superar as duas linhas de quatro do Internacional e errou mais do que de costume, principalmente ao insistir em levantar a bola para a área, mesmo sabendo que não havia um atacante referência. "Individualmente algumas das nossas peças não funcionaram, mas não vou falar o nome de ninguém porque empenho e disposição não faltaram".

O capitão Edu Dracena lamentou a oportunidade que o time perdeu de ganhar de um concorrente direto por vaga na Libertadores de 2014 e as falhas dos atacantes nas finalizações. "Pelas chances que criamos, poderíamos vencer. Pena que não fomos felizes nas conclusões para o gol".

Éverton Costa, que falhou na melhor oportunidade de gol que o Santos teve, num lance de Montillo pela direita, dentro da área, foi alvo de protestos de alguns torcedores ao sair de campo, mas não perdeu a tranquilidade. "Tentei chegar na bola para finalizar, mas infelizmente o zagueiro se antecipou. Acontece", disse. Claudinei Oliveira não concordou com as críticas e saiu em defesa do atacante. "Éverton é um jogador muito comprometido taticamente. É injusto colocar a responsabilidade de um jogo em cima de um jogador porque não fez o gol. Coletivamente, ele ajudou muito. Não revi o lance para saber se estava fácil ou difícil fazer o gol, mas independente disso, ninguém mais do que ele queria fazer o gol", afirmou o treinador.

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