Cleiton Xavier é diferencial do Palmeiras, diz técnico

Cleiton Xavier fez gols nos cinco primeiros jogos do ano. Não marcou mais desde então, mas, na avaliação de Vanderlei Luxemburgo, tem sido até mais importante para a equipe do Palmeiras. No esquema do técnico, o jogador faz as funções de volante e meia. Assim, virou garçom, dando passes para gols da equipe. No total, já foram 13 assistências dele no ano.

AE, Agencia Estado

20 de março de 2009 | 17h04

"Ele pode jogar em várias posições, mas eu o prefiro assim, como segundo volante, vendo o jogo de frente e procurando brechas para enfiar uma bola para os atacantes", disse Luxemburgo.

A comparação é com o são-paulino Hernanes. "Os dois ?negociam? a bola e têm também uma pancada forte de fora da área. Se jogasse mais adiantado, o Cleiton passaria a receber a bola de costas [para o zagueiro] e seria mais complicado", explicou Luxemburgo.

Mas os passes para gol não são o único ponto forte dele. "Poucos sabem, mas o Cleiton tem um índice de desarmes quase igual ao do Pierre. Ele sabe desarmar com muita eficiência, na bola. E isso gera contra-ataques perigosos e que resultam em gols", afirmou Luxemburgo.

Cleiton Xavier se diz muito feliz com a condição de "camisa 10 moderno", por ajudar no ataque e na marcação. "Estou fazendo duas funções que eu gosto muito. Durante uma mesma partida, atuo no ataque e como segundo volante", contou.

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