Clima de velório no desembarque do Palmeiras a São Paulo nesta segunda-feira

Jogadores reconhecem vexame no empate com o Atlético-GO e cobram reação imediata no Campeonato Brasileiro

DANIEL AKSTEIN BATISTA, Agência Estado

26 de setembro de 2011 | 13h23

SÃO PAULO - Os jogadores do Palmeiras não esconderam o desânimo nesta segunda-feira no desembarque da delegação em São Paulo. Domingo, o time cedeu empate ao Atlético-GO, no Serra Dourada, mesmo jogando com dois a mais durante quase todo o segundo tempo. O resultado foi considerado vergonhoso por todos do elenco, inclusive por Felipão.

"Deixamos escapar a vitória que estava nas nossas mãos. Claro que o baque é grande, mas temos de assimilar tudo isso. Esses erros não podem mais acontecer com o Palmeiras. Com dois jogadores a mais, não podemos tomar tantos contra-ataques", lamentou o goleiro Deola.

O atacante Luan também adotou um tom de alerta no grupo. "O Palmeiras todo está com vergonha depois desse resultado. Difícil falar num momento como esse, mas temos de continuar trabalhando. A gente já conversou entre nós, jogadores, porque isso não pode acontecer mais."

Marcos Assunção, que deixou o gramado irritado domingo, cobrou uma reação imediata do Palmeiras no Brasileirão. "Temos de assumir a culpa. Não estamos conseguindo fazer a diferença no momento em que precisamos. E não podemos mais adiar isso, essa reação na competição", declarou o volante.

Com mais este empate, o 12º no campeonato, o Palmeiras estacionou no meio da tabela, com 39 pontos. Está na oitava colocação. O time tentará iniciar a reação que tanto sonha na próxima rodada, diante do lanterna América-MG, sábado, em São Paulo.

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