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Clube árabe aceitou negociar com Jobson, diz advogado

Jogador não recebe salários há quatro meses

Ronald Lincoln Jr., Agência Estado

21 de maio de 2014 | 20h57

RIO - O atacante Jobson terá uma reunião nesta quinta-feira com representantes do Al-Ittihad, da Arábia Saudita, para tentar definir a liberação de sua documentação, para que possa voltar ao Brasil. Segundo, Rodolpho Cézar, um dos advogados do jogador, o clube está há quatro meses sem pagar salários, mas resolveu negociar.

De acordo com Cézar, os problemas de seu cliente começaram com a chegada de uma nova direção no Al-Ittihad, em dezembro, que quis impor uma redução de salário aos jogadores. "Espero que entre hoje (quarta-feira) e amanhã (quinta), isso se resolva", disse o empresário.

Jobson, que só atuou uma vez em 2014, rescindiu unilateralmente seu contrato no dia 14 de maio, mas o clube reteve seu passaporte e não emitiu uma passagem para o jogador retornar ao Brasil.

Sem receber salário e auxílio-moradia, Jobson está passando por sérias dificuldades na Arábia Saudita. Nesta quarta-feira, se encerraram as diárias no hotel em que ele estava vivendo. Assim, o atacante corre o risco de não ter onde ficar.

O atacante mora sozinho na Arábia Saudita e sua família, no Brasil, está muito apreensiva pela sua condição. Os advogados de Jobson já acionaram a Fifa, mas a entidade ainda não interveio no caso.

O jogador estava na Arábia Saudita desde outubro do ano passado, emprestado pelo Botafogo, clube que detém seu passe até 2015. Aos 26 anos, Jobson já defendeu também Bahia, Barueri e São Caetano, entre outros.

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