Ale Vianna/Nacional
Ale Vianna/Nacional

Clubes aproveitam o carnaval e promovem 'dança de técnicos' no interior paulista

Times das Séries A2 e A3 aproveitam para se mexer durante o feriado

Estadão Conteúdo

12 de fevereiro de 2018 | 18h02

Muitos técnicos "dançaram" em seus cargos neste final de semana de carnaval. No Campeonato Paulista da Série A2 - a segunda divisão estadual - ocorreram duas mudanças. Tuca Guimarães assumiu o comando do Nacional no lugar de Betinho, enquanto que José Carlos Serrão foi escolhido para substituir Rui Scarpino no Sertãozinho.

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O curioso é que os dois técnicos que entram na Série A2 estavam trabalhando na Série A3 - a terceira divisão paulista. Tuca Guimarães deixou o Noroeste, em processo de queda depois de largar bem. No último domingo empatou fora com o Rio Branco, de Americana (SP). O time de Bauru (SP) já anunciou o seu substituto: trata-se de Alberto Felix, que começou a temporada no Taubaté, também na Série A2.

Quem também subiu de divisão foi José Carlos Serrão. Ele deixou o Mogi Mirim, lanterna da Série A3 com apenas um ponto em oito rodadas, e foi para o Sertãozinho, que faz campanha regular na Série A2 com três vitórias e três derrotas. Mas Rui Scarpino sucumbiu à derrota em casa por 4 a 2, para o Guarani, no sábado passado.

O Mogi Mirim deve confirmar o retorno de Álvaro Gaia, que sentiu-se mal em um dos jogos do time e teve inclusive que deixar o estádio de ambulância. Após alguns dias de repouso, ele se acha preparado clinicamente para voltar. O que parece difícil é tirar o clube do lodo. Há anos a equipe está mal administrada e vem de vários rebaixamentos, tanto em termos estadual como nacional. Segue os mesmos passos do Guaratinguetá, que no momento nem disputa a Segunda Divisão paulista.

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Luciano Quadros assumiu na Série A3 o comando da Matonense, que chega ao seu terceiro técnico em oito rodadas. Começou com Dennio Dago, que saiu por problemas médicos, e depois teve como interino Glauco Rodrigues.

Luciano Quadros também foi rebaixado porque começou no Audax, na Série A2, agora dirigido por Leandro Mehlich, que fez boa campanha com o time de base na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Se as trocas nas Séries A2 e A3 são constantes, o mesmo não acontece na Série A1. A razão é simples. A elite tem apenas 12 rodadas, tanto que, por enquanto, só ocorreram duas trocas. Pintado assumiu o São Caetano no lugar de Luis Carlos Martins, enquanto que Márcio Fernandes pegou o Linense, que era dirigido por Moacir Júnior.

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