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Clubes pedirão a Lula parte da verba do COB

Se o ministro dos Esportes, Agnelo Queiroz, acha que a polêmica criada sobre a divisão dos recursos da Lei Agnelo/Piva entre clubes de futebol e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) vai ser resolvida em sua sala, sob sua intermediação, deve esperar sentado. A idéia dos dirigentes de futebol é levar a proposta direto à presidência da República e entregá-la nas mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A cartolagem parte do princípio que Agnelo Queiroz é homem próximo do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman. Portanto, deixá-lo participar diretamente da negociação seria, como resumiu um dirigente, "começar a partida perdendo por 2 a 0".Em 2003, os recursos da lei, correspondentes a 2% do montante movimentado pelas loterias federais, abasteceram o COB com cerca de R$ 48 milhões. Nesta quinta-feira, durante cerimônia realizada pela Federação Paulista de Futebol (FPF) para homenagear o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, os líderes do grupo que deseja ver metade desses recursos nos clubes de futebol negociavam apoios.Tanto o vice-presidente de futebol do Corinthians, Antonio Roque Citadini, como o presidente do São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa, conversaram com Ricardo Teixeira, que se comprometeu a apoiá-los. "Também o Palmeiras já disse que vai entrar nessa história", lembrou o cartola corintiano. "É importante dividir, pois são os clubes que formam os atletas", disse o são-paulino.

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