Clubes promovem ações em prol de vítimas de enchentes

Os quatro grandes clubes do futebol carioca e alguns de outros Estados estão promovendo campanhas para ajudar as vítimas das enchentes na região serrana do Rio, tragédia que já matou 530 pessoas. Em comum, todos incentivam a arrecadação de alimentos não perecíveis, material de higiene e roupas para os desabrigados.

AE, Agência Estado

14 de janeiro de 2011 | 17h43

O Vasco receberá doações nas entradas das arquibancadas do Estádio de São Januário neste sábado, durante o amistoso contra o Cerro Porteño. O Botafogo pede aos torcedores que compraram ingressos para o Show Botafogo, domingo, no Engenhão, que levem um quilo de alimento não perecível - o evento unirá a apresentação oficial do time de 2011 a shows musicais.

O Fluminense instalou postos de coleta na sua sede, nas Laranjeiras, até a próxima sexta-feira, dia 21 de janeiro. Além de receber donativos na Gávea, o Flamengo estimula os torcedores que comprarem entradas para o amistoso contra o América-MG, neste domingo, no Estádio do Café, em Londrina, a também levar alimentos.

Em São Paulo, o Palmeiras montou um posto de arrecadação de alimentos, roupas e até mesmo colchões no portão secundário da Academia de Futebol, que funcionará até segunda-feira. E o volante Pierre colocou à disposição a frota de sua empresa de entregas, a Pierre Express, para fazer o transporte gratuito dos produtos arrecadados.

Já o Corinthians divulgou nota oficial em seu site segundo a qual declara apoio a uma campanha do Clube dos 13 em prol das vítimas. Os donativos podem ser entregues na sede da Cruz Vermelha de São Paulo, na Avenida Moreira Guimarães, 699, no bairro de Indianópolis.

O Grêmio também se mobilizou e preparou postos de arrecadação no Estádio Olímpico, que funcionarão deste sábado até o fim da próxima semana. O clube gaúcho pede que os torcedores levem, além de produtos normais, itens como fósforos, velas e isqueiros.

As fortes chuvas que atingem a região serrana do Rio desde o início desta semana provocaram o maior deslizamento de terra da história do Brasil. Além do desabamento de casas, os moradores locais sofrem com inundação, bloqueio de estradas, rompimento de represas e falta de produtos de consumo.

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