Cobiçado pelo Palmeiras, Kleina mantém rotina na Ponte

As atenções na Ponte Preta, nesta sexta-feira, estavam voltadas para o técnico Gilson Kleina. Afinal, o treinador passou a ser um dos cotados para assumir a vaga de Luiz Felipe Scolari no Palmeiras. O próprio presidente, Arnaldo Tirone, chegou a citar o nome do comandante do time campineiro como "um dos nomes da lista".

AE, Agência Estado

14 de setembro de 2012 | 20h17

Apesar das especulações, o treinador não mudou sua rotina de trabalho e, na parte da tarde, comandou um treinamento coletivo para o duelo contra o Botafogo, domingo, em Campinas. "Fico satisfeito, porque significa que meu trabalho está sendo reconhecido. Mas não chegou nada a mim e nem à diretoria da Ponte", argumentou.

Um dos obstáculos para o acerto entre Kleina e Palmeiras é o tempo de contrato. O time palestrino tem a intenção de fechar um acordo de apenas três meses, já que no final do ano haverá eleições no clube. O técnico da Ponte só quebraria seu contrato com o clube campineiro, que termina ao final deste ano, por um vínculo mais longo.

Em 2011, Kleina já vivera uma situação semelhante à atual. Em meados de março, ele recebeu uma oferta para ser técnico-tampão no lugar de Muricy Ramalho, no Fluminense. Isto porque Abel Braga precisava cumprir três meses de contrato com o Al Jazira, dos Emirados Árabes, antes de chegar ao time carioca.

Sem uma definição até esta sexta-feira, o comandante da Ponte definiu o time para enfrentar o Botafogo, domingo, às 18h30, no Majestoso, sem alterações em relação à formação que começou no empate contra o Corinthians, por 1 a 1, na quarta-feira, no Pacaembu.

O principal desfalque continua a ser o atacante Giancarlo, que será poupado por conta de uma lesão muscular na coxa. Roger, artilheiro do time com sete gols, segue em sua vaga.

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