José Patricio/Estadão
José Patricio/Estadão

Colunista do Estado entra em nostalgia ao ver o Fluminense

José Paulo Kupfer é colunista em Economia no jornal

José Paulo Kupfer, O Estado de S.Paulo

21 de março de 2016 | 07h38

O Pacaembu, para mim, sempre fora o palco do Corinthians. Era lá que eu levava meus dois filhos, paulistanos e tão diferentes entre si, mas não na paixão pelo alvinegro paulista. Um Fla x Flu no Pacaembu, porém, só podia mesmo acionar a caixa da memória – esse lugar das brumas, que costuma nos pregar peças

Mas, foi com a nitidez das imagens do Canal 100 que veio à mente o Fla x Flu de 1963, um 0 a 0 que nos tirou o título, diante do maior público de todos os tempos em um jogo entre clubes, quando fui parar da arquibancada na geral sem nunca saber como. Depois, o título de 1964, em melhor de três com o Bangu, então favorito. Ou contra o Botafogo, em 1971, mais de 150 mil pagantes, com um gol polêmico aos 43 minutos do segundo tempo, depois que o zagueiro Marco Antonio saltou com o goleiro adversário e o tirou da jogada.

E mais ainda o de 1995, talvez o meu maior Fla x Flu, 3 a 2 com gol de barriga de Renato Gaúcho, a menos de cinco minutos do final.

O Fla x Flu deste domingo? Como bom torcedor ranzinza – adoro o meu time, mas gosto mais do futebol bem jogado –, achei o 0 a 0 um placar injusto, que não expressou o péssimo futebol apresentado. Uma pelada, em resumo. Mesmo assim, o coração bateu mais forte por 90 minutos.

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