Fabio Motta / Estadão Conteúdo
Fabio Motta / Estadão Conteúdo

Com a confiança de Tite, Alisson se consolida como titular para a Copa

Goleiro da Roma sofreu apenas três gols em dez jogos pelas Eliminatórias

Marcio Dolzan / Enviado Especial a Barranquilla , O Estado de S.Paulo

06 de setembro de 2017 | 08h21

Titular da seleção brasileira desde a época de Dunga, Alisson deverá ser o goleiro da seleção na Copa do Mundo do próximo ano. O jogador sofreu apenas três gols nos dez jogos com Tite nas Eliminatórias Sul-Americanas, vem sendo elogiado com frequência pelo treinador e fez partidas seguras diante de Equador e Colômbia. 

Apesar disso, o goleiro da Roma garante que ainda não se vê no Mundial da Rússia e prefere exaltar o aspecto coletivo. "Acho que ninguém tem passaporte carimbado ainda, mas (o meu) está bem encaminhado pela campanha que a gente fez e pelo trabalho que a gente vem fazendo", disse Alisson, após o empate por 1 a 1, em Barranquilla. 

"Toda a equipe está de parabéns. Contra a Colômbia foi mais uma partida muito difícil, a gente não conseguiu fazer o que a gente queria, mas havia também a qualidade do adversário", acrescentou.

O jogador também comemorou as estatísticas que estão a seu favor, como o baixo número de gols sofridos. "É importante. No futebol, além de resultados, os número também contam, principalmente na parte defensiva. Temos que sofrer o menor número de gols possível para estar sempre perto de vitória", sustentou o goleiro da Roma.

O gol sofrido na cabeceada de Falcao Garcia foi o primeiro com bola rolando nos últimos dez jogos - os anteriores foram em lances de bola parada. Sobre isso, o goleiro disse ser "dentro da normalidade", mas frisou que não pode virar rotina.

"A gente não pode pensar que isso se torne algo normal, mas temos que saber que temos adversários que se dedicam. O Falcao é um grande jogador, um dos principais do futebol. Fez um belo gol, e foi mais mérito dele", destacou Alisson.

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