Evelson de Freitas/Estadão
Evelson de Freitas/Estadão

Com apenas 13 gols, Tite não vê ‘crise’ no ataque do Corinthians

Técnico prefere ressaltar equilíbrio entre os setores da equipe no Brasilerão

VÍTOR MARQUES, O Estado de S. Paulo

17 de agosto de 2013 | 07h30

SÃO PAULO - Para Tite, o ataque do Corinthians não vive “uma crise”, apesar de ter marcado apenas 13 gols no Campeonato Brasileiro. Ele, que prefere olhar o saldo e não o número de gols marcados, disse que o time pecou no início da competição e não nos últimos jogos, mesmo após o empate da última quarta-feira contra o Fluminense (0 a 0).

Mas o pouco apetite de seus atacantes é algo que lhe incomoda um pouco. “A equipe não está desequilibrada”, afirmou. “Mas é claro que precisamos fazer mais gols, até cobrei mais deles (dos jogadores).” Tite disse que no jogo contra o Vitória, o time vencia por 2 a 0, e depois tocou demais a bola, muito no embalo da torcida, em vez de agredir mais o adversário. "Chuta, faz o goleiro trabalhar. Depois sou em quem tenho de responder a essas perguntas (de que o time não faz gols)”, disse, rindo.

Guerrero é o artilheiro do time na temporada, com 14 gols, mas apenas um deles no Campeonato Brasileiro. Já Alexandre Pato, que fez 11 gols no ano, marcou quatro no Brasileiro. Os dois brigam por posição de titular. Amanhã contra o Coritiba, Pato deve ganhar essa disputa, indicou Tite. O motivo, no entanto, não é apenas técnico. Guerrero, que defendeu a seleção peruana em amistoso na Coreia do Sul, chegou apenas ontem ao CT. Tite disse que ainda não sabe se poderá ou não contar com o jogador.

Pato foi titular nos dois últimos jogos devido à ausência de Guerrero. Sua missão era colocar uma dúvida na cabeça do treinador. Mas ele foi bem apenas contra o Vitória. Buscou jogo, marcou um dos gols e foi aplaudido pela torcida. Já contra o Fluminense foi mal, como todo o time. Na vaga de Guilherme, machucado, Tite praticamente confirmou a entrada de Ibson. “É minha primeira opção.” Hoje pela manhã ele define a equipe.

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