Jose Manuel Vidal/EFE
Jose Manuel Vidal/EFE

Com Betis na lanterna, presidente renuncia ao cargo

Equipe tem apenas 22 pontos, sete a menos que o primeiro time fora da zona do rebaixamento

Agência Estado

29 de março de 2014 | 09h17

SEVILHA - Quando um time vai mal, é costume que o treinador seja demitido. O Betis, lanterna do Campeonato Espanhol, já fez isso duas vezes na temporada, mas continua caminhando a passos largos para a segunda divisão. Em busca de uma solução, quem deixa o clube é o presidente Miguel Guillén, que oficializou sua renúncia neste sábado.

"Não é que eu tire um peso de cima de mim. Eu gostaria de ter continuado até sanar o clube. Assumo minha responsabilidade e há uma série de grupos pedindo para eu deixar o cargo. Como eles são representantes do beticismo (torcida do Betis), assim eu faço", explicou o dirigente, que havia entregue a carta de renúncia na sexta.

Empresário, Miguel Guillén assumiu o cargo em junho de 2011, após o clube conseguir o acesso para voltar à primeira divisão do Espanhol. Foi 13.º colocado na temporada 2011/2012, sétimo em 2012/2013, mas viu o time cair de rendimento na atual temporada. Com 22 pontos, a equipe é lanterna e precisa tirar sete pontos do 17.º colocado, em oito rodadas, para evitar o rebaixamento.

"Como presidente, entendo que os resultados de hoje não são os que deveriam ser e assumo a responsabilidade. O Betis não está morto, tem opções e para isso precisa ganhar do Málaga na segunda-feira", comentou Guillén, cujo substituto ainda será definido pela junta diretiva do Betis.

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