Com Dodô e Fred, Vasco e Fluminense duelam no Rio

Finalmente será inaugurada a temporada de grandes clássicos e grandes públicos no Maracanã. Fluminense e Vasco fazem as honras neste sábado, às 18h30, depois de inúmeras rodadas de estádios vazios e jogos sem atratividade. E com dois grandes mestres de cerimônia. O duelo entre Fred e Dodô será o grande atrativo da semifinal da Taça Guanabara (primeiro turno do Campeonato Carioca).

LEONARDO MAIA, Agencia Estado

13 de fevereiro de 2010 | 08h13

Dodô é a estrela vascaína, líder da tábua de artilheiros, com sete gols marcados. Defendendo o branco, verde e grená, Fred, que tenta mostrar que, não fossem as contusões, também estaria na briga pelo posto de goleador da competição. Trata-se de jogo único, sem vantagens. Quem vencer, avança. Em caso de empate, o primeiro finalista do turno será definido nas cobranças de pênaltis.

"O Fred é um jogador diferenciado", elogiou Dodô. "Sempre fui fã do Dodô, desde os tempos de São Paulo. Estou muito feliz com o retorno dele ao futebol", devolveu Fred, celebrando a volta por cima do atacante cruzmaltino.

"O Vasco tem o Dodô e a gente, o Fred. São jogadores que precisam de atenção. Se bobear, eles marcam. Será um jogo muito bom", previu Rafael, goleiro tricolor que defendia as cores rivais até o início do ano passado, quando foi desligado por indisciplina ainda na pré-temporada.

Os dois treinadores carregam apenas uma dúvida cada, que só serão elucidadas minutos antes do confronto. Cuca, técnico tricolor, ainda tem esperança de contar com o atacante Maicon, que se recupera de estiramento muscular e não treinou uma vez sequer com bola durante a semana.

Vágner Mancini, por seu lado, ganhou um problema de última hora no Vasco. Em dividida no tradicional rachão da véspera, o zagueiro Dedé deu uma pancada no tornozelo de Carlos Alberto. Os médicos do clube estão otimistas, mas a decisão sobre a participação do meia será tomada apenas no vestiário. Caso não possa jogar, Magno entra. "Não cogito de forma nenhuma a ausência dele. Espero contar com o jogador no clássico. Com a saída dele, a gente perde em poder de decisão", avaliou Mancini.

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