José Patrício/AE - 24/1/2010
José Patrício/AE - 24/1/2010

Com muitas dúvidas, Muricy não confirma escalação

Treinador ainda espera pela recuperação de Léo, Diego Souza e Marcos para o confronto no Pacaembu

AE, Agencia Estado

29 de janeiro de 2010 | 20h43

Em razão das dúvidas no departamento médico, o técnico Muricy Ramalho preferiu fazer mistério nesta sexta-feira e não confirmou a escalação do Palmeiras para o clássico com o Corinthians, domingo, no Pacaembu. O treinador ainda não sabe se poderá contar com o zagueiro Léo, o meia Diego Souza, o volante Edinho e o goleiro Marcos.    

 

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"Não sei quem vai poder jogar. Alguns jogadores que estão lesionados melhoraram, mas ainda serão reavaliados. Temos mais dois dias para resolver", afirmou o treinador.

Dos jogadores lesionados, Edinho e Marcos estão em situação mais favorável. O goleiro treinou normalmente com bola e não sentiu dores no tornozelo esquerdo. "O Marcos treinou muito bem e está se sentindo seguro", explicou o médico Vinicius Martins.

Já Edinho foi poupado da atividade desta sexta por causa de dores no pé direito. Contudo, o volante deverá estar em condições de jogar no domingo. "Ele sofreu um impacto muito forte numa dividida durante o jogo contra o Monte Azul e o pé dele ficou inchado. Mas já está diminuindo e não deverá ser desfalque", confirmou o médico do clube.

Diego Souza e Léo ainda são motivos de preocupação. Eles foram liberados para treino físico nesta sexta, mas ainda não estão totalmente recuperados. "Eles sentem algum tipo de incômodo. É difícil precisar se poderão jogar. Os dois serão reavaliados neste sábado e vamos aguardar até o início da partida para saber se as dores diminuíram", explicou o especialista.

Muricy Ramalho atribuiu as lesões do time ao calendário do futebol brasileiro e ao pouco tempo de pré-temporada. "É um absurdo fazer uma preparação de apenas 8 dias e já iniciar as competições jogando duas vezes por semana. Os times não estão preparados para isso. Temos um departamento médico e uma estrutura fantástica, mas é impossível começar um trabalho dessa maneira", reclamou.

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