Com reservas, Corinthians quer 1.ª vitória no Brasileiro

O Corinthians reencontra a Ponte Preta neste domingo com sentimento de vingança, às 18h30, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda inconformado com a eliminação para os campineiros nas quartas de final do Campeonato Paulista, o lanterna quer dar o troco com uma vitória que pode até tirá-lo da zona de rebaixamento. De quebra, colocaria a "pedra no sapato" dos últimos anos lá entre os piores.

FÁBIO HECICO, Agência Estado

17 de junho de 2012 | 09h46

Diante de um oponente que como o Corinthians ainda não venceu no Nacional, a missão de deixar a última posição recai, mais uma vez, para o time reserva, ou alternativo como Tite gosta de definir. Aquela escalação que, com uma mudança aqui, outra ali, perdeu de Fluminense (1 a 0, no Pacaembu) e Grêmio (2 a 0, fora de casa).

O que poderia causar calafrios, no entanto, não assusta o técnico. Apesar dos tropeços, os reservas sabem bem o que é triunfar no Moisés Lucarelli. Pela última rodada do Estadual, eles emplacaram 2 a 1 por lá. A ordem é repetir a dose e tirar o Corinthians da temerosa e incômoda última posição.

Dois jogadores que estarão em campo têm motivos de sobra para entrarem motivados: Júlio César e Willian. Ambos estão com a Ponte Preta bem viva na memória - o goleiro sem bons motivos para lembranças, enquanto que o atacante já vê o reencontro com esperança.

Buscando a volta por cima, Júlio César espera fechar o gol para reconquistar a confiança dos corintianos, abalada após duas falhas que ocasionaram a vitória ponte-pretana nas quartas do Paulistão e a sua saída do time. Já o atacante quer voltar a balançar as redes após muito tempo de jejum. Foi naquele jogo de mata-mata do dia 22 de abril o seu último gol pelo Corinthians.

Brigando pela vaga de Emerson na Copa Libertadores, brilhar neste domingo é ver a chance de estar entre os titulares na próxima quarta-feira contra o Santos. "Espero jogar bem, ajudar a equipe a ter uma grande apresentação, vencer e sair dessa posição desagradável", disse Willian. "Ninguém gosta de ficar no banco, mas respeito os companheiros. Num time grande, a gente tem sempre de estar provando algo, não pode achar que está por cima da carne seca. Treinei bastante para provar que posso recuperar uma vaga no time".

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